Brock Fenton
Western University

Brock Fenton

Linha de pesquisa:
Sua pesquisa explora as interfaces entre comportamento animal, ecologia e evolução. A diversidade de morcegos os torna ideais para esse tipo de trabalho. Seu trabalho envolve diferentes aspectos da biologia dos morcegos porque a diversidade desses animais oferece uma gama de oportunidades para manipulação experimental. A pesquisa envolve uma combinação de experimentos de campo e de laboratório e observações em locais que variam de locais no Canadá a uma variedade de locais nos trópicos e subtrópicos.

Currículo:
Atualmente chair do departamento de biologia da Universidade de Western Canadá, Brock Fenton é um especialista em morcegos. Ele estudou sua ecologia e biologia em todo o mundo, incluindo Costa Rica, Austrália, Zimbábue e África do Sul. Um de seus temas, o Pallid Bat (Antrozous pallidus) está entre os mamíferos mais ameaçados e raros da Colúmbia Britânica. Seus livros sobre morcegos incluem: Communication in the Chiroptera (1985), The Bat: Wings in the Night Sky (1998) e The Bat (com Merlin D. Tuttle, 2001). Além de seus estudos com morcegos, Fenton forneceu liderança no ensino de biologia e ciências, tanto na Universidade de York quanto em universidades em todo o Canadá.
Carina Hoorn
University of Amsterdam

Carina Hoorn

Linha de pesquisa:
Possui interesse na evolução das plantas cenozóicas, clima e paleoambientes, particularmente no sistema Andes-Amazônico, na região Tibeto-Himalaia e em Mianmar. Seu foco na Amazônia é o sistema de zonas úmidas do Mioceno da Amazônia ocidental, e a origem e os estágios de desenvolvimento do Rio Amazonas e sua extensão em direção ao mar, o Leque do Amazonas. Suas contribuições científicas mais substanciais foram identificar o papel crucial do soerguimento andino na evolução da Amazônia durante o Cenozóico, reconstruir o desenvolvimento da drenagem do rio Amazonas e reconhecer as incursões marinhas neogênicas na Amazônia.

Currículo:
É geóloga/paleoecologista e professora associada da Universidade de Amsterdã (Holanda). Também possui mestrado (1988) e doutorado (1994) na universidade, e também um mestrado (2003) em Comunicação Científica pelo Imperial College London (Reino Unido). Recentemente, foi premiada com a medalha van Waterschoot van der Gracht (2021) por realizações no campo das Ciências da Terra.
Eduardo Eizirik
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

Eduardo Eizirik

Linha de pesquisa:
Tem experiência nas áreas de Genética Evolutiva, Genética da Conservação, Genômica, Sistemática Filogenética e Ecologia Molecular, atuando principalmente nos seguintes temas: evolução, genética, genômica, ecologia, sistemática e conservação de mamíferos, com ênfase em carnívoros neotropicais.

Currículo:
Possui graduação (1994) em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestrado (1997) em Genética e Biologia Molecular pela UFRGS, doutorado (2002) em Biologia pela University of Maryland at College Park (EUA), e Pós-Doutorado (2003) em Genética Evolutiva no Laboratory of Genomic Diversity, National Cancer Institute, NIH (EUA). No momento, ocupa a posição de Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução da Biodiversidade da PUCRS. É também Pesquisador-membro do Instituto para Conservação dos Carnívoros Neotropicais (Pró-Carnívoros), e membro do Cat Specialist Group, do Small Carnivore Specialist Group e do Conservation Genetics Specialist Group (IUCN - World Conservation Union).
Sofía Heinonen
Fundación Rewilding Argentina

Sofía Heinonen

Linha de pesquisa:
Gestão e restauração de ecossistemas Conservação e criação de áreas protegidas

Currículo:
É bióloga e há mais de 30 anos desenha estratégias para a criação de áreas protegidas na Argentina, com uma capacidade única de pensar em projetos de grande escala e longo prazo. Trabalhou na Fundação Vida Silvestre e na Administração de Parques Nacionais antes de liderar a equipe de conservação da Rewilding Argentina em 2005, onde atualmente é Diretora Executiva.
Sônia Bridi
Rede Globo

Sônia Bridi

Linha de pesquisa:
Sônia se tornou jornalista e uniu o útil ao agradável, ajudando a retirar as mudanças climáticas de um gueto jornalístico para torná-las “caldo de cultura, conhecimento geral”. Em 1989 aproximou a profissão do tema, ao cobrir, para o Jornal Nacional, a exploração de crianças carvoeiras no interior de Santa Catarina. Já no Rio, contratada pela Globo, participou da cobertura da conferência Rio-92 onde, pela primeira vez, ouviu falar em efeito estufa. A partir dali, foram anos de estudo e dedicação, acompanhando o debate político e científico internacional.

Currículo:
Repórter, autora de Laowai, 2008, Editora Nossa Cultura; e Diário do Clima, 2012, Editora Globo. Catarinense, a repórter ingressou na Globo em meados dos anos 1980. Foi correspondente da emissora em Nova York, Londres, Pequim e Paris. É formada pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Yuri Leite
Universidade Federal do Espírito Santo- UFES

Yuri Leite

Linha de pesquisa:
Tem experiência nas áreas de meio ambiente, biodiversidade, evolução, zoologia, conservação, sustentabilidade, redação científica e internacionalização do ensino superior.

Currículo:
Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1990) e Doutor em Biologia Integrativa pela Universidade da Califórnia, Berkeley, EUA (2001). Professor Titular do Departamento de Ciências Biológicas e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde trabalha desde 2003. Ajudou a implementar o Laboratório de Mastozoologia e Biogeografia (LaMaB), a Coleção de Mamíferos (UFES-MAM), a Coleção de Tecidos Animais (UFES-CTA) e o Núcleo de Genética Aplicada à Conservação da Biodiversidade (NGACB) da UFES. É o Secretário de Relações Internacionais da UFES desde outubro de 2020. Antes de ingressar na UFES, foi gerente nacional do Projeto TEAM (Tropical Ecology, Assessment and Monitoring) da Conservation International (2002-2003) e trabalhou no Centro de Dados para Conservação da Biodiversidade (CDCB) da Fundação Biodiversitas (1991-1995).